Há dois “tipos” de avaliação que poderíamos pensar (reflexão para construir o fechamento do processo vivido, da aprendizagem, e nota que deve ser justa para cada aluna/o). As duas são necessárias, já que institucionalmente precisamos da nota. Assim, entendo que a reflexão deva alimentar a nota. Quanto à nota, acordamos que decorra de produto e de registro do processo. Como se quer desenvolver um processo de avaliação do aluno colaborativo, o que exige seriedade de todos, acordamos os seguintes pontos, todos acompanhados pelo professor:
1. autoavaliação (facultativa): cada aluna/o avalia em termos de nota seu próprio desempenho e compromisso, sua frequência, sua contribuição no processo, na relação com os colegas, na relação com o local, participação no blog (isso será apresentado aos colegas pelo e-group e discutido tb por mim e pela Ciça, mas não será disponibilizado no blog).
2. avaliação da participação no blog de cada aluna/o
3. texto individual (Este texto servirá como base para discussão do grupo e será avaliado enquanto texto por mim). O texto trará a reflexão pessoal de cada aluna/o, na relação com a disciplina (disponibilizado no blog e enviado por email para o e-group) incluindo:
- compreensão da proposta experimental da disciplina e do caminhar/construir em processo, ou seja, como construiu seu processo de aprendizado e como pode avançar deste ponto,
- discussão das estratégias de ensino para a formação do arquiteto
4. o coletivo da disciplina discute ainda ao seu encerramento:
- o indicado no item 3, em uma conversa em roda que deve ser registrada e disponibilizada no blog,
- discute se necessário compatibilizar as autoavaliações, corrigindo-as se for o caso
- discussão pelo coletivo de alunos, pesquisadores e professor, do processo de produção do vídeo, e da qualidade resultante, visando refletir sobre o processo e identificar ajustes necessários para uma sugerida apresentação pública.
todo o material da disciplina será disponibilizado no blog, inclusive textos dos alunos e registros da atividade, vídeos, imagens etc, sob uma licença livre, conforme acordado no início da disciplina
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Sobre euler
Euler Sandeville Jr.
para conhecer atividades profissionais, utilize o site http://espiral.org.br
-Arquiteto e Urbanista (PUCC, 1981),
-Arte educador (Faculdade de Belas Artes, 1984),
-Mestre em Estruturas Ambientais Urbanas pela Universidade de São Paulo (“A Herança da Paisagem” 1993)
-Doutor em Estruturas Ambientais Urbanas pela Universidade de São Paulo (“As Sombras da Floresta, Vegetação, Paisagem e Cultura no Brasil” 1999)
-Pós-graduação em Ecologia (USJT, 1996).
Breve resumo dos principais trabalhos realizados pelo especialista
Foi sócio da firma Arte Ambiente Projetos Ltda desenvolvendo projetos de arquitetura e paisagismo, tendo trabalhado em Museus, no Departamento de Cultura e na Secretaria de Habitação do Município de São Paulo, onde desenvolveu projetos de arte-educação, pesquisa e de gestão do espaço público, tendo gerado esses trabalhos importantes referências. Trabalhou como professor de I e II Graus e Supletivo, e nos cursos de Arquitetura da FAU Santos, UBC, FAAP, São Judas, EESCUSP, nas áreas de Paisagismo e História da Arquitetura, tendo coordenado Departamentos e outras atividades, em diversas instituições de ensino superior. Tem projetos premiados, desenvolve trabalhos na área das artes e tem trabalhos científicos publicados disponíveis sob uma licença livre. É autor do livro “As Sombras do Entardecer” (2007) e de capítulos em livros sobre paisagem.
Atualmente é professor da Universidade de São Paulo, tendo sido Coordenador da Área de Concentração Paisagem e Ambiente do Programa de Pós-Graduação da FAU.USP entre 2005 e 2008 sendo atualmente o Vice-Coordenador da Área, e é Coordenador do Mestrado do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental (PROCAM.USP) desde 2006. Participa da coordenação dos Grupos de Pesquisa (CNPQ) “Núcleo de Estudos da Paisagem” vinculado ao Lab Cidade (Laboratório Espaço Público e Direito à Cidade da FAU USP) e “Natureza, Cidade, Paisagem” e desenvolve o projeto “Espiral da Sensibilidade e do Conhecimento” (http://www.espiral.org.br).
Entre outras atividades, em 2009 foi curador da exposição “Paisagens Colecionadas: Acervo Mário de Andrade” no Instituto de Estudos Brasileiros da USP, desenvolveu o projeto Arte no Heliópolis, a partir de uma proposta de gestão colaborativa, envolvendo cerca de 70 alunos da USP, artistas e lideranças e educadores do Heliópolis e cerca de 300 crianças. Suas pesquisas são: Conceitos e Métodos no Estudo de Paisagens e Representações da Natureza e da Sociedade no Brasil.
Para mais informações: http://espiral.org.br
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